O Projeto
Desenhista de profissão e de coração, coloquei-me imediatamente a bolar o que deveria ser acima de tudo um lugar simples.
Tinha que ser economicamente viável por que este era um período delicado, com algumas adaptações em casa, tentávamos restabelecer a ordem na “guaiaca”.
...minha esposa, a irmã e o cunhado, se envolveram desde o início na discussão geral da obra, durante elaboração dos rascunhos íamos dando os pareceres. E foram tantos, que tiveram que ser numerados, fora versões de casa em madeira chegamos na oitava opção da casa em alvenaria. Finalmente abri mão da garagem como finalidade de guardar o carro para que esta passasse a fazer parte da casa do pai, assim quem sabe conseguiríamos concluir mais rápido.
...o objetivo era o pai poder abrir o quanto quisesse esta grande abertura, olhar lá para a frente do pátio, ver quem passava, quem chegasse e poder dar aquela saudação forte que só ele sabe fazer: “Ôpaaaaa!”.
Imaginei por inúmeras vezes, estes contos se desenrolando em uma noite fria de inverno, ao redor do fogão de campanha...ouvir uns “causos” e adormecer ao redor do fogo.